Farfalhar de Búzios - maio
9º Búzios Jazz & Blues – II
( * ) por Taís
Laporta
A última noite do 9º Búzios Jazz & Blues
foi uma das mais aguardadas pelo público. A expectativa ficou por conta
do menu de atrações com altíssimo nível, e também
pelo próprio sábado (29), dia que recebe mais turistas na região.
Embora o balneário estivesse lotado, um imprevisto espantou a multidão
por volta das 20h. A chuva chegou com força em Búzios depois de
dias de sol escaldante em pleno julho, e expulsou os que já esperavam pelo
show do Funk Como Le Gusta na Praça Santos Dumont. A água não
deu trégua nem meia hora, nem sessenta minutos depois. Mesmo com chuva
e ruas vazias, a big band paulistana subiu no Palco Tim de Música por volta
das 21h40, e não deu outra. O repertório adocicado do soul-samba-funk
atraiu guarda-chuvas que em pouco tempo tomaram a praça.
Embalados
por sax, flauta, trompete, trombone, bateria, teclado, percussão e baixo,
os 14 integrantes da banda privilegiaram a harmonia coletiva em detrimento dos
solos. Enquanto o público desviava das poças para dançar,
o Funk Como Le Gusta provava que é mesmo um forte representante da sofisticação
instrumental brasileira. Arrisco dizer que o grupo se equipara, em qualidade e
estrutura, com a banda Mantiqueira – guardadas as grandes diferenças
entre ambas, já que esta possui uma levada menos híbrida, fiel ao
jazz. Na apresentação, o grupo tocou o repertório dos CDs
Roda de Funk e FCLG, que traz grooves consagrados, trilhas de cinema e clássicos
latinos dos anos 70. Nas faixas, "SOS", "Latina", "Tabasco",
"Tá Chegando a Hora", "Funk de Bamba", "Somos
do Funk", "Zambação" e "Vertiplano".
Um
quarteirão adiante, no mesmo horário, a Dixie Square Band já
tocava standards do jazz nas calçadas molhadas da Rua das Pedras. Um verdadeiro
ritual de “Dançando na Chuva”, mas ao som dos clássicos
"Ain´t She Sweet", "Basin Street Blues", "Sweet
Georgia Brown" e "Limehouse Blues". Logo em seguida, o Pátio
Havana recebeu o Memphis la Blusera, que repetiu o desafio de levantar o público,
como na noite anterior. Só que, dessa vez, num ambiente mais recluso. Ainda
que com menos espaço para se expandir aos moldes do último show,
o grupo argentino não perdeu o vigor. O vocalista Adrian Otero e o saxofonista
Emilio Villanueva se destacaram com a mesma presença, dividindo a atenção
coletiva da casa de shows. Influenciado por Robert Johnson, Muddy Waters, John
Lee Hooker e B.B. King – com quem dividiu o palco posteriormente – o
Memphis foi aclamado, em duas noites, por exigentes públicos: o diversificado,
na praça de Búzios, e o seleto, na casa cubana.
Mas ainda
estava por vir uma das atrações mais quentes do festival. Por volta
de meia noite, o mestre da guitarra, Eric Gales, lançou no ar os primeiros
acordes, dedilhados no palco do Chez Michou. A partir daí, a chuva perdeu
toda a importância. A habilidade que ele aprendeu aos quatro anos de idade
em Memphis, Tennessee, já foi equiparada à do imortal Jimi Hendrix.
Em entrevista antes do espetáculo, no entanto, ele não pareceu satisfeito
com a comparação. “Eu sou eu, entende? Eu faço meu som,
é todo meu”. De fato, Gales domina a guitarra com tanta peculiaridade,
que soa simplista demais colocá-lo no patamar de grandes mestres. Sua unicidade
sobressai, também, no timbre de voz grave, de um blues autêntico
vivamente nascido no gospel. Acompanhado de instrumentos com igual apuro, o guitarrista
mandou uma mistura de rock contemporâneo, funk e blues com uma naturalidade
impressionante. Na ficha técnica do artista, alguns que se revelaram seus
admiradores: Carlos Santana, Mick Jagger, Keith Richards, B.B. King e Eric Clapton.
Nesse clima, Gales encerrou o festival – para usar um clichê necessário
– com chave de ouro.
E foi assim que Búzios virou a terra do
blues e do jazz, pelo menos por quatro dias. Apesar de sua importância,
o festival não pretende ser o maior do país, e talvez esteja longe
disso. Mas em termos de qualidade e diversidade, ele se supera e sai na frente
de muito evento do gênero. Primeiramente, por que não é elitista
ou discriminatório. Estavam lá a criança e o velho, o rico
e o pobre, que queriam – e podiam – ver os artistas. Para o Brasil,
esse é um avanço cultural sem precedentes. Nem a chuva derrubou
a noite, e nem o som ofuscou o brilho das praias. Litoral e jazz é uma
combinação perfeita, contagiante, uma descoberta ímpar. Um
roteiro altamente peculiar, que pode ser visto, pelo menos, uma vez por ano.
(
* ) por Taís Laporta para o "Digestivo Cultural" - 31/7/2006
às 16h15
9º Búzios Jazz & Blues –
I
( * ) Tais Laporta
Vida noturna intensa, bares, galerias de arte
e praias de uma beleza estonteante. Onde mais a mistura dos ingredientes cultura
e badalação pode dar tão certo? Na penúltima das quatro
noites que contemplam o 9º Búzios Jazz & Blues, pude notar que
a região central de Búzios abrigava um clima musical inconfundível,
já estimulado pelos dias anteriores. Nos primeiros momentos do festival
(26 e 27 de julho), prevaleceram logo de cara o virtuosismo e a mistura de gêneros.
Passaram por aqui o habilidoso saxofonista Blas Rivera; o grupo carioca de poli
ritmos e gerações, Garrafieira; o aclamado compositor e instrumentista
Marcos Valle; o tradicional, porém inovador Trio Azymuth; e, ainda, o cantor
e guitarrista Big Joe Manfra, um dos mais respeitados representantes do blues
no Brasil.
Cumprindo o que prometeu, a noite de ontem (28) atraiu um público
eclético, formado por turistas – casais, famílias, crianças,
estrangeiros, teens e idosos – e nativos (a grande minoria). A praça
Santos Dumont – que abriga o Palco Tim de Música – até
então tomada apenas por feiras de artesanato, ficou apinhada, lá
pelas 20h30, logo que o grupo argentino Memphis la Blusera colocou seus instrumentos
para funcionar. Grande sucesso internacional, a banda de veteranos surgida nos
anos 60 conseguiu, sem grande esforço, mas com suor, fazer o que muitos
tentam sem sucesso: o público dançou, literalmente, nos estreitos
espaços da multidão. Sim, a praça ficou pequena ao som de
jazz “dançante”, e o Memphis cresceu com o fôlego do vocalista
Adrian Otero, que alternou agitação e romantismo. Isso sem falar
nos solos, absolutamente oportunos, no comando de Daniel Beiserman (baixo acústico),
Emilio Villanueva (sax), German Weidemer (órgão) e Lucas Sedler
(guitarra). Cada um a seu tempo, sem exageros e com muita propriedade.
Pouco
depois, mesmo antes da banda encerrar, um som distante entrecortava o espetáculo.
Vinha da Rua das Pedras – a mais badalada de Búzios. Era o Dixie Square
Band, e que surpresa: passando por vários pontos da via, a banda de jazz
fazia o público interagir musicalmente, formando quase uma “orquestra
paralela” de percussão em palmas junto dos melódicos instrumentos
de sopro. Durante todas as noites do festival, o grupo passeia a céu aberto
tocando clássicos estrangeiros e nacionais, entre eles “Aquarela do
Brasil”, a imortal composição de Ary Barroso. Abro um parêntese
para uma observação que não pode passar incólume.
É a primeira vez que presencio uma interação tão grande
entre público e jazz em espetáculos abertos. A contemplação
fria e o distanciamento a ritmos “não convencionais” quase sempre
prevaleceram por parte de um público, diga-se, diversificado. Para um gênero
tão complexo e seletivo, Búzios é um verdadeiro milagre musical
no que se refere à quebra de códigos entre o popular e erudito.
Claro
que há exceções, como as apresentações fechadas
do Pátio Havana, que aconteceram ontem por volta das 23h. As reservas para
assistir ao consagrado pianista Bobby Lyle se esgotaram em pouco tempo. Um público
distinto e comportado ficou notoriamente hipnotizado pela sofisticação
do blues ao piano, acompanhado no baixo por Alberto Continentino, na bateria por
Allen Pontes e no sax por Leo Gandelman, destacado com louvor na edição
anterior do festival. Arriscando um português correto, Lyle expressou a
satisfação de tocar em uma noite e um local “tão especiais”.
E pode colocar especial nisso. O Pátio Havana dá de cara para um
mar gigante, iluminado pela costa e pela lua, e confere um clima que – aliado
à alta performance do som – é um verdadeiro privilégio
dentro do balneário. Incansável, o show alcançou a madrugada
sem desviar o interesse do público.
Para encerrar a noite –
e que noite – o Chez Michou, logo em frente ao Havana, recebeu, por volta
das 2h, a mistura das mais variadas sonoridades brasileiras com o trio Bossacucanova.
O grupo, formado por Alex Moreira, Marcelinho DaLua e Márcio Menescal (filho
do Roberto Menescal), nasceu de experimentações em estúdio
que propunham misturar batidas eletrônicas a ritmos convencionais como o
samba e a bossa nova. Resultado: um estouro há oito anos na Europa, EUA
e Brasil. O ponto alto do grupo são as releituras do acid jazz, que fundem
a sofisticada harmonia melódica com os beats do rap e do funk. O som no
Chez Michou agradou principalmente a um público mais jovem, que bem antes
já lotava o espaço à espera do grupo. Mais uma prova de que
jazz e agitação combinam mesmo, principalmente em Búzios.
Amanhã
tem mais. A última noite do festival promete com mais presenças
ilustres. E nós vamos acompanhar.
( *
) por Taís Laporta para o "Digestivo Cultural" - 29/7/2006 às
13h21
Festival esquenta o inverno no balneário de Búzios
- 26 a 29/07/2006
A nona edição do Búzios Jazz &
Blues acontece entre os dias 26 e 29 de julho em Búzios, no litoral do
Rio de Janeiro. Os músicos se apresentarão nos palcos do Chez Michou,
do Pátio Havana e na Praça Santos Dumont, no Centro da cidade.
Participam
do festival Eric Gales, Blas Rivera, Bobby Lyle, Marcos Valle e Big Joe Manfra,
além dos grupos, Azymuth, Funk Como Lê Gusta, Bossacucanova, Memphis
La Blusera e Garrafieira.
O 9º Búzios Jazz & Blues aposta
na diversidade musical e apresenta, além do jazz e do blues tradicional,
releituras do samba-jazz-funk-soul.
As apresentações no Chez
Michou e na Praça Santos Dumont são gratuitas.
Para os shows
no Pátio Havana, a reserva deve ser feita com antecedência pelo telefone
(22) 2623-2169.
O festival acontece desde 1998.
Criado e organizado pelo
grupo Chez Michou, apresentou, ao longo de suas oito edições, músicos
como Stanley Jordan, Fito Paez, Vernon Reid, Kurt Brunus, Ray Moore, Bernard Purdie,
Celso Blues Boy, Yamandú Costa e Ed Motta, entre outros importantes artistas
nacionais e internacionais.
O 9º Búzios Jazz & Blues conta
com o patrocínio da TIM. Realização do Grupo Chez Michou.
Acesse
o site oficial do Búzios Jazz & Blues: www.buziosjazzeblues.com.br
Búzios
Jazz & Blues - programação 2006 |
| 26
Julho quarta | 27
Julho quinta | 28
Julho sexta | 29
Julho sábado |
Praça
Santos Dumont 20h | | Marcos
Valle Brasil | Menphis
La Blusera Argentina | Funk
Como Lê Gusta Brasil |
Pátio
Havana 22h | Blas
Rivera Argentina | Azymuth Brasil | Bobby
Lyle EUA | Menphis
La Blusera Argentina |
Chez
Michou 24h | Garrafieira Brasil | Big
Joe Manfra Brasil | Bossacucanova
Brasil | Eric
Gales EUA |
Degusta Búzios II - 14/15 e
21/22 de julho
A ação gastronômica Sabores do Mar, acontecerá
nos dias 14/15 e 21/22 de julho em Búzios com a participação
de 38 estabelecimentos.
Reuniões estão sendo feitas, quase
que diariamente.
Todos os restaurantes da Orla Bardot, irão participar
como também os importadores de vinho, Reloco, Grand Cru, a distribuidora
local, BMB, e Horácio do Búzios Gurmet.
O evento acontece na
Rua das Pedras, Turíbio de Farias e Orla Bardot.
Os parceiros que tem
sede em Geribá, João Fernandes e outros locais, são convidados
pelos parceiros que possuem espaço físico e comercial nestas ruas.
Em cada porta dos restaurantes haverá duas mesas representando-os e
banner identificando cada um, além de pessoas para atender ao público.
Todas as mesas têm um padrão, mas cada restaurante tem liberdade
de dar o seu toque especial.
Serão servidas algumas especialidades
exclusivas no Sabores do Mar, tais como: casquinha de mexilhão, brandade
de sardinha com espuma de batata baroa, cação com banana, acarajé,
peixe grelhado com molho de gengibre e muitas outras delícias.
Em locais
estratégicos estarão os parceiros, servindo vinhos importados de
qualidade e a nossa tradicional cachaça.
O cliente compra uma taça
e vai degustando os vinhos.
Os preços da degustação podem
variar entre R$ 5,00 e R$ 10,00, dependendo da qualidade e também da marca
do vinho.
As porções das entradas e sobremesas custam R$ 5,00
e a porção do prato R$ 10,00.
Entre os restaurantes participantes
estão: Satyricon, Capriciosa, Caverna (comida mineira), Tartaruguinha,
Sawasdee, Shiitake, Anexo Bar e Bar do Zé.
Parceiros adotados: Café
com Pitanga, Pérola Hotel e Restaurante da Tartaruga.
Na Rua das Pedras
os restaurantes participantes são: Cigalon, Au Cheval Blanc, Brigittas,
Pátio Havana, Chez Michou, Acquerello, Parvati, Estância Don Juan
e Captains Bar. Parceiros “adotados”: Bom Bini, Galápagos, Ranieri,
Solar do Peixe Vivo, A Pomba, La Borie, La Plage e Sushi Howzen.
Na Rua Turíbio
de Farias, os restaurantes participantes são: Lorenzo, Bananaland, Boom,
Buzin. Parceiros “adotados”: Bistrô da Baiana, Beach Pizza, Jonny
Quest e Recanto do Sol.
Angel, torce para o sucesso do evento.
(060629
- por Angela Barroso para o Primeira Hora)
O ateliê - tem
o prazer de convidar para a inauguração, sexta-feira, 16 de junho,
a partir das 18 horas, na Avenida José Bento Ribeiro Dantas 5400, lj. 5,
(Shopping do Banco Real), Manguinhos, Armação dos Búzios,
RJ.
O ateliê é um espaço criado por um grupo de sete artistas
de diversas áreas: Alfa Gnone, Alredo Rainho (escultura-cerâmica),
Daniel de Lima (terra-cota, santeiro), Fábio Giagio (mosaicista), Lela
Mendes (pintura e papiê machê), Nadia Rainho (vidro fusing) e Naiara
Junqueira (vidro).
No espaço d´o ateliê os sete artistas
mostrarão como são desenvolvidos seus trabalhos, além de
organizarem cursos e oficinas relativas às suas atividades específicas.
O Ateliê tem também como objetivo divulgar o trabalhos de outros
artistas da região, com exposições e eventos, de forma a
promover a integração cultural.
Na mostra de inauguração
serão exibidos peças de esculturas, pinturas, mosaicos, papiê
maché, cerâmica, vidros, madeira, ferro, entre outros trabalhos dos
organizadores do espaçio e de demais artistas convidados. o ateliê
espera ser honrado com sua presença.
Evento: Inauguração
d´o ateliê.
Local: Av. José Bento Ribeiro Dantas, 5400 lj.
5 - (Shopping do
Banco Real), Manguinhos, Armação dos Búzios,
RJ.
Data: Sexta-feira, 16 de junho de 2006.
Horário: A partir das
18 horas.
DEBAIXO D´ÁGUA
O FECAB – Fórum
das Entidades Civis de Armação dos Búzios, no dia 05 de junho,
Dia Mundial do Meio Ambiente, no Encontro “Preserve Búzios Até
Debaixo D´Água”, deu um banho de conhecimento sobre o Meio
Ambiente da nossa cidade e mostrou que a participação popular é
a única solução para passar a limpo a Búzios que queremos.
A geóloga do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro, Kátia
Mansur, veio do Rio e falou bonito sobre todo o Costão de Búzios.
Gabriel Gialluisi falou sobre o Substitutivo ao Plano Diretor, de autoria do FECAB;
Cristiane Oliveira sobre Esportes; Denise Morand sobre Meio Ambiente; Conceição
Ferreira sobre a Cultura do Município e Cristina Pimentel sobre Educação.
Noite prestigiadíssima por todos os setores da sociedade civil, políticos
e entidades.
Ruy Borba, editor-chefe do PH, abriu o Encontro falando sobre
a importância do FECAB para o Município e todos os integrantes foram
unânimes em deixar consignado o apoio irrestrito que o jornal deu a esta
iniciativa de tamanha importância para Búzios.
O promotor de
Tutela Coletiva de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Armação dos Búzios,
Murilo Bustamante, finalizou de forma impecável, se comprometendo a dar
continuidade, com o seu apoio, às ações do FECAB, em especial
às relativas ao Meio Ambiente.
Um coquetel feito pelo Cigalon Restaurant,
temperado pelas mãos de fada da Sonia Persiani, finalizou o Encontro. Cai
o pano. Aplausos.
(060609 - por Angela Barroso
para o jornal Primeira Hora)
Búzios recebe caravana de
operadores internacionais de turismo
RIO -Setenta e cinco representantes
de operadoras internacionais de turismo do mundo inteiro vão visitar Búzios.
Amanhã (08/06) eles se encontram num jantar no Hotel Galápagos.
A caravana de operadores faz parte do programa Destination Brazil Showcase, promovido
pela Embratur, que vai levar 33 grupos de operadores a diversos pontos do país,
como Búzios.
(060607
- fonte: Globo On Line)
Planet Work promove curso Vivência
Prática em hotelaria - 3 e 4 de junho
A Planet Work realiza nos
dias 3 e 4 de junho, em Búzios, o curso Vivência Prática em
hotelaria. A aula, ministrada por Roberta Guimarães, coordenadora do laboratório
de hotelaria da UniverCidade, custa R$320 e inclui hospedagem com café
da manhã e almoço no hotel do evento, apostila, certificado, transporte
Rio/Búzios/Rio e um tour de barco no domingo.
As inscrições
podem ser feitas pelo telefone 021-2456-5700 ou pelo e-mail divisaodecursos@planetworkrio.com.br.
Os inscritos deverão levar seus currículos atualizados, no dia,
com uma foto 3X4, para que possam ser encaminhados aos hotéis conveniados
com a Planet Work.
(060511 - fonte: Mercados
& Eventos)
| ANGELA
BARROSO todas as sextas com a coluna ANGEL - Conexão Búzios
no Jornal PRIMEIRA HORA |
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