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Acontece - junho/julho de 2006
Farfalhar de Búzios - maio

9º Búzios Jazz & Blues – II
( * ) por Taís Laporta

A última noite do 9º Búzios Jazz & Blues foi uma das mais aguardadas pelo público. A expectativa ficou por conta do menu de atrações com altíssimo nível, e também pelo próprio sábado (29), dia que recebe mais turistas na região. Embora o balneário estivesse lotado, um imprevisto espantou a multidão por volta das 20h. A chuva chegou com força em Búzios depois de dias de sol escaldante em pleno julho, e expulsou os que já esperavam pelo show do Funk Como Le Gusta na Praça Santos Dumont. A água não deu trégua nem meia hora, nem sessenta minutos depois. Mesmo com chuva e ruas vazias, a big band paulistana subiu no Palco Tim de Música por volta das 21h40, e não deu outra. O repertório adocicado do soul-samba-funk atraiu guarda-chuvas que em pouco tempo tomaram a praça.

Embalados por sax, flauta, trompete, trombone, bateria, teclado, percussão e baixo, os 14 integrantes da banda privilegiaram a harmonia coletiva em detrimento dos solos. Enquanto o público desviava das poças para dançar, o Funk Como Le Gusta provava que é mesmo um forte representante da sofisticação instrumental brasileira. Arrisco dizer que o grupo se equipara, em qualidade e estrutura, com a banda Mantiqueira – guardadas as grandes diferenças entre ambas, já que esta possui uma levada menos híbrida, fiel ao jazz. Na apresentação, o grupo tocou o repertório dos CDs Roda de Funk e FCLG, que traz grooves consagrados, trilhas de cinema e clássicos latinos dos anos 70. Nas faixas, "SOS", "Latina", "Tabasco", "Tá Chegando a Hora", "Funk de Bamba", "Somos do Funk", "Zambação" e "Vertiplano".

Um quarteirão adiante, no mesmo horário, a Dixie Square Band já tocava standards do jazz nas calçadas molhadas da Rua das Pedras. Um verdadeiro ritual de “Dançando na Chuva”, mas ao som dos clássicos "Ain´t She Sweet", "Basin Street Blues", "Sweet Georgia Brown" e "Limehouse Blues". Logo em seguida, o Pátio Havana recebeu o Memphis la Blusera, que repetiu o desafio de levantar o público, como na noite anterior. Só que, dessa vez, num ambiente mais recluso. Ainda que com menos espaço para se expandir aos moldes do último show, o grupo argentino não perdeu o vigor. O vocalista Adrian Otero e o saxofonista Emilio Villanueva se destacaram com a mesma presença, dividindo a atenção coletiva da casa de shows. Influenciado por Robert Johnson, Muddy Waters, John Lee Hooker e B.B. King – com quem dividiu o palco posteriormente – o Memphis foi aclamado, em duas noites, por exigentes públicos: o diversificado, na praça de Búzios, e o seleto, na casa cubana.

Mas ainda estava por vir uma das atrações mais quentes do festival. Por volta de meia noite, o mestre da guitarra, Eric Gales, lançou no ar os primeiros acordes, dedilhados no palco do Chez Michou. A partir daí, a chuva perdeu toda a importância. A habilidade que ele aprendeu aos quatro anos de idade em Memphis, Tennessee, já foi equiparada à do imortal Jimi Hendrix. Em entrevista antes do espetáculo, no entanto, ele não pareceu satisfeito com a comparação. “Eu sou eu, entende? Eu faço meu som, é todo meu”. De fato, Gales domina a guitarra com tanta peculiaridade, que soa simplista demais colocá-lo no patamar de grandes mestres. Sua unicidade sobressai, também, no timbre de voz grave, de um blues autêntico vivamente nascido no gospel. Acompanhado de instrumentos com igual apuro, o guitarrista mandou uma mistura de rock contemporâneo, funk e blues com uma naturalidade impressionante. Na ficha técnica do artista, alguns que se revelaram seus admiradores: Carlos Santana, Mick Jagger, Keith Richards, B.B. King e Eric Clapton. Nesse clima, Gales encerrou o festival – para usar um clichê necessário – com chave de ouro.

E foi assim que Búzios virou a terra do blues e do jazz, pelo menos por quatro dias. Apesar de sua importância, o festival não pretende ser o maior do país, e talvez esteja longe disso. Mas em termos de qualidade e diversidade, ele se supera e sai na frente de muito evento do gênero. Primeiramente, por que não é elitista ou discriminatório. Estavam lá a criança e o velho, o rico e o pobre, que queriam – e podiam – ver os artistas. Para o Brasil, esse é um avanço cultural sem precedentes. Nem a chuva derrubou a noite, e nem o som ofuscou o brilho das praias. Litoral e jazz é uma combinação perfeita, contagiante, uma descoberta ímpar. Um roteiro altamente peculiar, que pode ser visto, pelo menos, uma vez por ano.
( * ) por Taís Laporta para o "Digestivo Cultural" - 31/7/2006 às 16h15

9º Búzios Jazz & Blues – I
( * ) Tais Laporta

Vida noturna intensa, bares, galerias de arte e praias de uma beleza estonteante. Onde mais a mistura dos ingredientes cultura e badalação pode dar tão certo? Na penúltima das quatro noites que contemplam o 9º Búzios Jazz & Blues, pude notar que a região central de Búzios abrigava um clima musical inconfundível, já estimulado pelos dias anteriores. Nos primeiros momentos do festival (26 e 27 de julho), prevaleceram logo de cara o virtuosismo e a mistura de gêneros. Passaram por aqui o habilidoso saxofonista Blas Rivera; o grupo carioca de poli ritmos e gerações, Garrafieira; o aclamado compositor e instrumentista Marcos Valle; o tradicional, porém inovador Trio Azymuth; e, ainda, o cantor e guitarrista Big Joe Manfra, um dos mais respeitados representantes do blues no Brasil.

Cumprindo o que prometeu, a noite de ontem (28) atraiu um público eclético, formado por turistas – casais, famílias, crianças, estrangeiros, teens e idosos – e nativos (a grande minoria). A praça Santos Dumont – que abriga o Palco Tim de Música – até então tomada apenas por feiras de artesanato, ficou apinhada, lá pelas 20h30, logo que o grupo argentino Memphis la Blusera colocou seus instrumentos para funcionar. Grande sucesso internacional, a banda de veteranos surgida nos anos 60 conseguiu, sem grande esforço, mas com suor, fazer o que muitos tentam sem sucesso: o público dançou, literalmente, nos estreitos espaços da multidão. Sim, a praça ficou pequena ao som de jazz “dançante”, e o Memphis cresceu com o fôlego do vocalista Adrian Otero, que alternou agitação e romantismo. Isso sem falar nos solos, absolutamente oportunos, no comando de Daniel Beiserman (baixo acústico), Emilio Villanueva (sax), German Weidemer (órgão) e Lucas Sedler (guitarra). Cada um a seu tempo, sem exageros e com muita propriedade.

Pouco depois, mesmo antes da banda encerrar, um som distante entrecortava o espetáculo. Vinha da Rua das Pedras – a mais badalada de Búzios. Era o Dixie Square Band, e que surpresa: passando por vários pontos da via, a banda de jazz fazia o público interagir musicalmente, formando quase uma “orquestra paralela” de percussão em palmas junto dos melódicos instrumentos de sopro. Durante todas as noites do festival, o grupo passeia a céu aberto tocando clássicos estrangeiros e nacionais, entre eles “Aquarela do Brasil”, a imortal composição de Ary Barroso. Abro um parêntese para uma observação que não pode passar incólume. É a primeira vez que presencio uma interação tão grande entre público e jazz em espetáculos abertos. A contemplação fria e o distanciamento a ritmos “não convencionais” quase sempre prevaleceram por parte de um público, diga-se, diversificado. Para um gênero tão complexo e seletivo, Búzios é um verdadeiro milagre musical no que se refere à quebra de códigos entre o popular e erudito.

Claro que há exceções, como as apresentações fechadas do Pátio Havana, que aconteceram ontem por volta das 23h. As reservas para assistir ao consagrado pianista Bobby Lyle se esgotaram em pouco tempo. Um público distinto e comportado ficou notoriamente hipnotizado pela sofisticação do blues ao piano, acompanhado no baixo por Alberto Continentino, na bateria por Allen Pontes e no sax por Leo Gandelman, destacado com louvor na edição anterior do festival. Arriscando um português correto, Lyle expressou a satisfação de tocar em uma noite e um local “tão especiais”. E pode colocar especial nisso. O Pátio Havana dá de cara para um mar gigante, iluminado pela costa e pela lua, e confere um clima que – aliado à alta performance do som – é um verdadeiro privilégio dentro do balneário. Incansável, o show alcançou a madrugada sem desviar o interesse do público.

Para encerrar a noite – e que noite – o Chez Michou, logo em frente ao Havana, recebeu, por volta das 2h, a mistura das mais variadas sonoridades brasileiras com o trio Bossacucanova. O grupo, formado por Alex Moreira, Marcelinho DaLua e Márcio Menescal (filho do Roberto Menescal), nasceu de experimentações em estúdio que propunham misturar batidas eletrônicas a ritmos convencionais como o samba e a bossa nova. Resultado: um estouro há oito anos na Europa, EUA e Brasil. O ponto alto do grupo são as releituras do acid jazz, que fundem a sofisticada harmonia melódica com os beats do rap e do funk. O som no Chez Michou agradou principalmente a um público mais jovem, que bem antes já lotava o espaço à espera do grupo. Mais uma prova de que jazz e agitação combinam mesmo, principalmente em Búzios.

Amanhã tem mais. A última noite do festival promete com mais presenças ilustres. E nós vamos acompanhar.
( * ) por Taís Laporta para o "Digestivo Cultural" - 29/7/2006 às 13h21

Festival esquenta o inverno no balneário de Búzios - 26 a 29/07/2006
A nona edição do Búzios Jazz & Blues acontece entre os dias 26 e 29 de julho em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro. Os músicos se apresentarão nos palcos do Chez Michou, do Pátio Havana e na Praça Santos Dumont, no Centro da cidade.
Participam do festival Eric Gales, Blas Rivera, Bobby Lyle, Marcos Valle e Big Joe Manfra, além dos grupos, Azymuth, Funk Como Lê Gusta, Bossacucanova, Memphis La Blusera e Garrafieira.
O 9º Búzios Jazz & Blues aposta na diversidade musical e apresenta, além do jazz e do blues tradicional, releituras do samba-jazz-funk-soul.
As apresentações no Chez Michou e na Praça Santos Dumont são gratuitas.
Para os shows no Pátio Havana, a reserva deve ser feita com antecedência pelo telefone (22) 2623-2169.
O festival acontece desde 1998.
Criado e organizado pelo grupo Chez Michou, apresentou, ao longo de suas oito edições, músicos como Stanley Jordan, Fito Paez, Vernon Reid, Kurt Brunus, Ray Moore, Bernard Purdie, Celso Blues Boy, Yamandú Costa e Ed Motta, entre outros importantes artistas nacionais e internacionais.
O 9º Búzios Jazz & Blues conta com o patrocínio da TIM. Realização do Grupo Chez Michou.
Acesse o site oficial do Búzios Jazz & Blues: www.buziosjazzeblues.com.br

Búzios Jazz & Blues - programação 2006
26 Julho
quarta
27 Julho
quinta
28 Julho
sexta
29 Julho
sábado
Praça Santos
Dumont
20h
Marcos Valle
Brasil
Menphis
La Blusera
Argentina
Funk Como
Lê Gusta
Brasil
Pátio Havana
22h
Blas Rivera
Argentina
Azymuth
Brasil
Bobby Lyle
EUA
Menphis
La Blusera
Argentina
Chez Michou
24h
Garrafieira
Brasil
Big Joe Manfra
Brasil
Bossacucanova
Brasil
Eric Gales
EUA

Degusta Búzios II - 14/15 e 21/22 de julho
A ação gastronômica Sabores do Mar, acontecerá nos dias 14/15 e 21/22 de julho em Búzios com a participação de 38 estabelecimentos.

Reuniões estão sendo feitas, quase que diariamente.
Todos os restaurantes da Orla Bardot, irão participar como também os importadores de vinho, Reloco, Grand Cru, a distribuidora local, BMB, e Horácio do Búzios Gurmet.
O evento acontece na Rua das Pedras, Turíbio de Farias e Orla Bardot.
Os parceiros que tem sede em Geribá, João Fernandes e outros locais, são convidados pelos parceiros que possuem espaço físico e comercial nestas ruas.
Em cada porta dos restaurantes haverá duas mesas representando-os e banner identificando cada um, além de pessoas para atender ao público.
Todas as mesas têm um padrão, mas cada restaurante tem liberdade de dar o seu toque especial.
Serão servidas algumas especialidades exclusivas no Sabores do Mar, tais como: casquinha de mexilhão, brandade de sardinha com espuma de batata baroa, cação com banana, acarajé, peixe grelhado com molho de gengibre e muitas outras delícias.
Em locais estratégicos estarão os parceiros, servindo vinhos importados de qualidade e a nossa tradicional cachaça.
O cliente compra uma taça e vai degustando os vinhos.
Os preços da degustação podem variar entre R$ 5,00 e R$ 10,00, dependendo da qualidade e também da marca do vinho.
As porções das entradas e sobremesas custam R$ 5,00 e a porção do prato R$ 10,00.
Entre os restaurantes participantes estão: Satyricon, Capriciosa, Caverna (comida mineira), Tartaruguinha, Sawasdee, Shiitake, Anexo Bar e Bar do Zé.
Parceiros adotados: Café com Pitanga, Pérola Hotel e Restaurante da Tartaruga.
Na Rua das Pedras os restaurantes participantes são: Cigalon, Au Cheval Blanc, Brigittas, Pátio Havana, Chez Michou, Acquerello, Parvati, Estância Don Juan e Captains Bar. Parceiros “adotados”: Bom Bini, Galápagos, Ranieri, Solar do Peixe Vivo, A Pomba, La Borie, La Plage e Sushi Howzen.
Na Rua Turíbio de Farias, os restaurantes participantes são: Lorenzo, Bananaland, Boom, Buzin. Parceiros “adotados”: Bistrô da Baiana, Beach Pizza, Jonny Quest e Recanto do Sol.
Angel, torce para o sucesso do evento.
(060629 - por Angela Barroso para o Primeira Hora)

O ateliê - tem o prazer de convidar para a inauguração, sexta-feira, 16 de junho, a partir das 18 horas, na Avenida José Bento Ribeiro Dantas 5400, lj. 5, (Shopping do Banco Real), Manguinhos, Armação dos Búzios, RJ.
O ateliê é um espaço criado por um grupo de sete artistas de diversas áreas: Alfa Gnone, Alredo Rainho (escultura-cerâmica), Daniel de Lima (terra-cota, santeiro), Fábio Giagio (mosaicista), Lela Mendes (pintura e papiê machê), Nadia Rainho (vidro fusing) e Naiara Junqueira (vidro).
No espaço d´o ateliê os sete artistas mostrarão como são desenvolvidos seus trabalhos, além de organizarem cursos e oficinas relativas às suas atividades específicas. O Ateliê tem também como objetivo divulgar o trabalhos de outros artistas da região, com exposições e eventos, de forma a promover a integração cultural.
Na mostra de inauguração serão exibidos peças de esculturas, pinturas, mosaicos, papiê maché, cerâmica, vidros, madeira, ferro, entre outros trabalhos dos organizadores do espaçio e de demais artistas convidados. o ateliê espera ser honrado com sua presença.

Evento: Inauguração d´o ateliê.
Local: Av. José Bento Ribeiro Dantas, 5400 lj. 5 - (Shopping do
Banco Real), Manguinhos, Armação dos Búzios, RJ.
Data: Sexta-feira, 16 de junho de 2006.
Horário: A partir das 18 horas.

DEBAIXO D´ÁGUA
O FECAB – Fórum das Entidades Civis de Armação dos Búzios, no dia 05 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, no Encontro “Preserve Búzios Até Debaixo D´Água”, deu um banho de conhecimento sobre o Meio Ambiente da nossa cidade e mostrou que a participação popular é a única solução para passar a limpo a Búzios que queremos.
A geóloga do Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro, Kátia Mansur, veio do Rio e falou bonito sobre todo o Costão de Búzios. Gabriel Gialluisi falou sobre o Substitutivo ao Plano Diretor, de autoria do FECAB; Cristiane Oliveira sobre Esportes; Denise Morand sobre Meio Ambiente; Conceição Ferreira sobre a Cultura do Município e Cristina Pimentel sobre Educação.
Noite prestigiadíssima por todos os setores da sociedade civil, políticos e entidades.
Ruy Borba, editor-chefe do PH, abriu o Encontro falando sobre a importância do FECAB para o Município e todos os integrantes foram unânimes em deixar consignado o apoio irrestrito que o jornal deu a esta iniciativa de tamanha importância para Búzios.
O promotor de Tutela Coletiva de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Armação dos Búzios, Murilo Bustamante, finalizou de forma impecável, se comprometendo a dar continuidade, com o seu apoio, às ações do FECAB, em especial às relativas ao Meio Ambiente.
Um coquetel feito pelo Cigalon Restaurant, temperado pelas mãos de fada da Sonia Persiani, finalizou o Encontro. Cai o pano. Aplausos.
(060609 - por Angela Barroso para o jornal Primeira Hora)

Búzios recebe caravana de operadores internacionais de turismo
RIO -Setenta e cinco representantes de operadoras internacionais de turismo do mundo inteiro vão visitar Búzios. Amanhã (08/06) eles se encontram num jantar no Hotel Galápagos. A caravana de operadores faz parte do programa Destination Brazil Showcase, promovido pela Embratur, que vai levar 33 grupos de operadores a diversos pontos do país, como Búzios.
(060607 - fonte: Globo On Line)

Planet Work promove curso Vivência Prática em hotelaria - 3 e 4 de junho
A Planet Work realiza nos dias 3 e 4 de junho, em Búzios, o curso Vivência Prática em hotelaria. A aula, ministrada por Roberta Guimarães, coordenadora do laboratório de hotelaria da UniverCidade, custa R$320 e inclui hospedagem com café da manhã e almoço no hotel do evento, apostila, certificado, transporte Rio/Búzios/Rio e um tour de barco no domingo.
As inscrições podem ser feitas pelo telefone 021-2456-5700 ou pelo e-mail divisaodecursos@planetworkrio.com.br.
Os inscritos deverão levar seus currículos atualizados, no dia, com uma foto 3X4, para que possam ser encaminhados aos hotéis conveniados com a Planet Work.
(060511 - fonte: Mercados & Eventos)


ANGELA BARROSO
todas as sextas com a coluna
ANGEL - Conexão Búzios
no Jornal PRIMEIRA HORA

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