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Projeto dos 500 anos com novo apelo: Cabo Frio Cidade
Histórica
Mais de sete mil pessoas passaram pela Casa dos 500 Anos, no período
de 15 de outubro de 2003 a 15 de janeiro, conforme registro de assinaturas
no livro de visitação, incluindo os estudantes de escolas
do município e de cidades vizinhas.
Turistas de todo o País e até estrangeiros estiveram
na sede do Projeto Cabo Frio 500 Anos de história, atraídos
pelas exposições e documentos que contribuem para o
resgate da memória da cidade e do Brasil, desde o início
de sua ocupação pelos portugueses, quando Américo
Vespúcio instalou, aqui, a primeira Fortaleza-Feitoria.
No livro dos visitantes da Casa, são encontradas assinaturas
de cabofrienses e moradores de cidades próximas, como Arraial
do Cabo, Petrópolis, Rio de Janeiro, Itaboraí e outras,
assim como de cidades distantes, entre elas, Joinville, Goiânia
e Manaus. Também, muitos estrangeiros se interessaram pelo
turismo histórico-cultural, com a sede do Projeto recebendo
turistas da Argentina, Estados Unidos, Finlândia, Índia,
Itália, Portugal, República Tcheca, Suíça
e Inglaterra.
Para melhor atender ao público, nesta alta temporada, a Casa
permanece aberta com suas exposições, das 14 às
20 horas, das quartas-feiras aos domingos. No período da manhã,
dos domingos e segundas-feiras, a estrutura fica por conta de receber
turistas de vôo charter, com visitas programadas pela Agência
de Turismo Planet Costa do Sol.
O vereador Gustavo Beranger, que juntamente com o secretário
de Cultura, Milton Alencar, coordena o Projeto, revelou que o processo
de resgate da memória da cidade e fomento do turismo histórico-cultural
está entrando em uma nova fase. Segundo ele, até uma
nova marca já está sendo estudada, considerando que
a cidade entra no ano 501 da instalação da feitoria
e que os trabalhos devem continuar, conforme sustenta Beranger, destacando
o novo apelo da marca como Cabo Frio Cidade Histórica.
O coordenador ainda enumerou as principais ações para
este ano, como a presença de Cabo Frio no Carnaval do Rio de
Janeiro, através da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense,
criação do Centro de Memória, em parceria com
a Universidade Veiga Almeida, produção de objetos artesanais
vinculados à história da cidade, edição
de livros, recuperação do patrimônio e a realização
de mais um grande seminário sobre história, entre outras
iniciativas.
Entusiasmado com os resultados alcançados até aqui,
Beranger fala sobre os planos de ação do projeto, de
forma convicta. Cremos não existir mais volta. Agora,
é só avançar. A Câmara e a Prefeitura estão
sintonizadas neste propósito e a sociedade, cada vez, se engaja
mais. Estamos conseguindo, todos, de forma contagiante, transformar
a história de cinco séculos numa forte atração
turística de Cabo Frio, concluiu o coordenador.
(040128 - por Fabrício de Oliveira - assessoria de imprensa
(22) 2645-1503 )
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